domingo, 18 de dezembro de 2016

TV Século 21 em preparação para o Natal

Tempo do Natal: cursos preparatórios

Confira os cursos e retiros online da EAD Século 21 em preparação para o Natal.


Para a maioria das pessoas, Natal acontece somente no dia 25 de dezembro. Por ser uma festa tão importante, nós, católicos, celebramos a oitava de Natal do dia 25/12 até o dia 01/01, ou seja, 8 dias para festejarmos o Nascimento de Nosso Senhor.
Após esses 8 dias, ainda permanecemos celebrando o Tempo de Natal, que vai até a celebração do Batismo do Senhor – em 2017 será no dia 08/01.

Nós temos todo o período do Advento para nos prepararmos para a chegada do Senhor no Natal. Muitas pessoas ainda estão participando do Retiro do Advento, proporcionado pela EAD Século 21. As partilhas de oração feitas pelo site tem sido uma grande oportunidade para que cada um possa se aproximar mais de Jesus e experimentar o seu amor. Se você ainda não se matriculou, ainda há tempo. Acesse agora mesmo e participe!

E dentro desse Tempo do Natal, temos ainda outros cursos que ajudarão você a vivenciar com intensidade esse Tempo de alegria.

Aprofunde-se no Mistério da Encarnação, o nascimento do Filho de Deus que se fez homem para viver entre nós.
Reflita sobre esse Deus que se revela na manjedoura. O que Ele tem a nos dizer? O que Ele tem para nos ensinar?



As leituras da Liturgia no Tempo do Natal nos apontam para a infância de Jesus. Por este curso, além de conhecer melhor São José, o pai adotivo de Jesus, você entenderá mais a fundo a Sagrada Família, os sonhos de José, a oferta do primogênito, a fuga do Egito, a vida em Nazaré, o matrimônio de Maria e José, além de diversos outros aspectos.


Cada um dos enfeites que utilizamos em nossas casas são símbolos cristãos que nos remetem ao nascimento do Menino Deus. As estrelas, as árvores, as bolas coloridas, as velas, os presentes etc. Entenda melhor cada um deles para que o seu Natal seja cheio de significado.



Uma das leituras do tempo do Natal é: “Coragem, nada de medo! É o próprio Deus que vem nos salvar” (Is 35,4)
Com este curso você mergulhará em ricas reflexões feitas por Pe. Evaristo Debiasi e aprenderá com ele como eternizar esse momento, afinal: todos os dias são dias de celebrar o natal.

Você não vai perder essa oportunidade de se preparar para o Natal, não é mesmo?
Inscreva-se agora mesmo, gratuitamente, no Retiro do Advento ou em nossos cursos de Natal. Acesse: www.rs21.com.br/ead ou entre em contato para mais informações (19)3849-9280.

Lisa Paula Reis Branquinho, da Redação RS21

Arquidioceses, Pastorais e organismos ressaltam legado de dom Paulo Evaristo Arns

Por meio de notas, foi manifestada gratidão pelo testemunho de fidelidade ao Evangelho do cardeal











Após a notícia do falecimento do arcebispo emérito de São Paulo (SP), cardeal Paulo Evaristo Arns, ocorrido na última quarta-feira, dia 14 de dezembro, toda a Igreja no Brasil solidarizou-se com a perda e manifestou gratidão pelo testemunho de vida do cardeal da esperança. Sua atuação em favor dos mais pobres e na defesa dos direitos humanos e da democracia ganharam destaque nas diversas manifestações publicadas por arquidioceses, Pastorais e organismos vinculados à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Em Minas Gerais, as arquidioceses de Belo Horizonte e Mariana destacaram o compromisso e a proximidade com os excluídos da sociedade. “Sua fidelidade ao Evangelho e seu amor à Igreja manifestaram-se de maneira exemplar no seu compromisso com os pobres”, afirmou o arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha. O arcebispo de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira Azevedo, sustentou que dom Paulo mostrou a coragem dos autênticos discípulos de Jesus, permanentemente a serviço do povo. “Assim, testemunhou a fé não somente a partir de palavras, mas com ações dedicadas à promoção e à proteção da vida”. O legado deixado pelo cardeal, segundo dom Walmor, é “o compromisso de firmarmos sempre os passos na fidelidade do que nos pede Cristo - a vivência da fraternidade e do amoroso serviço aos pequeninos da sociedade".
O arcebispo de Aracaju (SE), dom José Palmeira Lessa, caracterizou dom Paulo como “um pastor zeloso, dedicado ao seu rebanho, que mostrou o rosto misericordioso de Deus”. Dom José também ressaltou “o testemunho de um homem que lutou incansavelmente para a construção de uma sociedade justa, democrática e igualitária onde os direitos dos mais pobres pudessem ser assegurados”.
O arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani João Tempesta, chamou dom Paulo Evaristo Arns de “profeta da esperança”, por sua defesa dos mais pobres e necessitados e denuncia das injustiças, usando o evangelho como caminho de diálogo e de superação. Para dom Orani, o cardeal Arns “encarnou o evangelho da vida fazendo-se frade menor no meio dos menores e sempre foi uma presença luminosa nas periferias existentes em São Paulo. Combateu o bom combate, e permanecerá como exemplo de justiça e de misericórdia para a Igreja e para todo o Brasil".

Motivador das Pastorais












A Pastoral da Criança, fundada pela irmã de dom Paulo Evaristo, a médica sanitarista Zilda Arns Neumann – falecida em 2010, no Haiti -, fez memória da influência do cardeal em sua criação. “Dom Paulo Evaristo Arns foi o grande responsável por semear a criação da Pastoral da Criança. Esta semente brotou em 1982, na Suíça, do encontro de dom Paulo com James Grant, diretor executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), durante uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU)”, escreveu a Pastoral em nota.
“Além de toda a sua contribuição para a história da Pastoral da Criança, a vida de dom Paulo foi marcada por uma série de ações voltadas às populações mais pobres e necessitadas. Durante toda a trajetória na Igreja, foi um exemplo de que os ensinamentos cristãos se concretizam no contato com o povo, pelo viés da solidariedade, buscando a transformação das injustiças sociais”, lê-se no texto da Pastoral da Criança.
A Pastoral Carcerária também divulgou nota lamentando a morte de dom Paulo. No texto, o cardeal é chamado de “amigo dos pobres, amigo dos presos, profeta da Esperança!”. Recordando a renúncia ao governo arquidiocesano, há 20 anos, a Pastoral Carcerária reafirmou o compromisso de homenageá-lo com a imitação e continuação da vivência do seu amor para com todos os povos e todas as pessoas. “Que sigamos o seu exemplo de preocupação serena com a Igreja, com o país, com os pobres, com os que estão sendo excluídos cada vez mais por esta sociedade neoliberal”, deseja. (Foto: Pastoral Carcerária)
Considerando sua atuação com os encarcerados, a Pastoral afirmou que dom Paulo foi e é referência da caminhada pastoral e de tantos agentes, mulheres e homens “que, de esperança em esperança, caminham junto ao povo edificando o advento de uma vida e uma sociedade novas”. O agradecimento ao cardeal deve se manifestar por meio de “um trabalho pastoral profético, libertador e transformador das estruturas sociais; é ser amigo das pessoas pobres e presas. E nunca deixar que a história de busca pelo Reino e pela Vida seja esquecida”.

Dom Paulo e a democracia

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) e a Comissão Brasileira de Justiça e Paz da CNBB (CBJP) ressaltaram os esforços pela democracia liderados por dom Arns. “Dom Paulo foi um baluarte na luta pela democracia, no combate à Ditadura Militar, denunciando os desmandos praticados contra lideranças e militantes de movimentos, presos e submetidos a horrorosas sessões de tortura”, escreveu a CPT. Para a Comissão, a palavra e a postura de dom Paulo “dando guarida a perseguidos, denunciando as atrocidades e brandindo a espada da justiça é um exemplo que marca até hoje a história de nosso país”.
No texto, a CPT recorda a atuação forte do cardeal junto às periferias, sobretudo de São Paulo. “Dom Paulo sentia também as contradições vividas no campo, as lutas dos sem-terra por um pedaço de chão, o esforço dos que buscavam formas de sobreviver dignamente do trabalho na terra”, salienta.
A CBJP considera que dom Paulo “deixa um precioso legado de ter colocado na agenda pública nacional a inviolabilidade da vida humana e a noção de direitos humanos”. O organismo vinculado à CNBB afirma que ele “ficará no panteão dos heróis da pátria e no coração do povo brasileiro, gratos entre muitas obras, o seu empenho no livro ‘Brasil: Nunca Mais’, que desvelou os mecanismos de tortura existentes durante a ditadura cívico-militar”. No texto, assinado pelo secretário executivo, Carlos Alves Moura, também foram citadas a sua valorização do laicato e a proximidade do pastor junto às ovelhas, como pede o papa Francisco na atualidade.

Vida religiosa

O ministro provincial da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, frei Fidêncio Vanboemmel, assinou uma nota em nome da ordem da qual dom Paulo fazia parte. “O seu testemunho iluminou e encorajou não só a nós, seus confrades, mas a vida religiosa e a vida dos cristãos, especialmente na América Latina, onde foi uma liderança ímpar, principalmente nas assembleias de Puebla e Medellín, da Conferência Episcopal Latino-americana”, afirmou o frade. 

Fonte: CNBB

quarta-feira, 20 de julho de 2016

CNBB repercute a nomeação de dom Lucena para Nazaré da Mata (PE)

Dom Lucena - Bispo da Diocese de Guarabira PASCOM
A transferência de dom Lucena para a Diocese de Nazaré da Mata (PE) repercutiu no site oficial da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
A matéria publicada nesta quarta-feira destacou o seguinte:
O papa Francisco nomeou, nesta quarta-feira, 13 de julho, dom Francisco de Assis Dantas de Lucena como bispo da diocese de Nazaré (PE). Dom Lucena respondia há 8 anos pela diocese de Guarabira (PB).

Trajetória

Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena é natural de Jardim do Seridó (RN). Sua ordenação presbiteral foi  em julho de 1991, em Caicó (RN), mesmo local onde foi ordenado bispo em agosto de 2008.
Formado em Filosofia e Teologia pelo Seminário Arquidiocesano de São José (RJ), dom Lucena tem especialização em Linguística e Ensino da Língua Materna pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
No regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Francisco foi moderador do Tribunal Eclesiástico, coordenador da Equipe Permanente de Campanhas, membro do Conselho Econômico do Conselho Episcopal, bispo referencial da Cáritas, secretário regional. Foi também membro efetivo da Comissão dos Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância da CNBB.
Pascom com CNBB

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Educadores terão formação sobre "Infância e Adolescência Missionária nas Escolas"

“A Infância e a Adolescência Missionária nas escolas” é o tema da Semana de Formação Missionária para Educadores e Educadoras, promovida pelo Centro Cultural Missionário (CCM), Pontifícias Obras Missionárias (POM) e  Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec). O evento ocorrerá na sede do CCM, em Brasília (DF), nos dias 25 a 29 de julho.
A Semana de Formação visa fortalecer a aplicação da metodologia da Infância e Adolescência Missionária (IAM) nas escolas e na dinamização da Pastoral Escolar, em comunhão com a Secretaria Nacional da IAM. 
Aberta a educadores e educadores, coordenadores de pastoral nas escolas e, particularmente, os que estão iniciando esta atividade nas escolas, a Semana de Formação Missionária já está com as inscrições abertas por meio do site do CCM. As vagas são limitadas!

Programação

O conteúdo programático do evento conta com uma série de palestras e debates. Na terça-feira, 26 de julho, haverá palestra sobre “Desafios e possibilidades na infância e adolescência”. Na quarta, 27, será abordado o tema “Educação à mundialidade e à ecologia integral”. Já na quinta, 28, o secretário nacional da Pontifícia Obra da Infância, padre André Luiz de Negreiros junto com outros representantes falarão sobre “Ação pastoral e pedagógica na unidade educacional”.

Participe!


Fonte: http://www.cnbb.org.br/

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Papa Francisco nomeia bispos para Santa Cruz do Sul e Nazaré

Dioceses estavam vacantes
O papa Francisco nomeou, nesta quarta-feira, 13 de julho, dom Aloísio Alberto Dilli (à esquerda na foto) como bispo da diocese de Santa Cruz do Sul (RS), e dom Francisco de Assis Dantas de Lucena (à direita) como bispo da diocese de Nazaré (PE).
Neste ato, dom Aloísio foi transferido da sede episcopal de Uruguaiana (RS). Dom Francisco, por sua vez, da diocese de Guarabira (PB).

Trajetórias

Dom Aloísio Alberto Dilli é natural de  Boa Vista (RS). Fez sua profissão religiosa na Ordem dos Frades Menores em outubro de 1975. Sua ordenação presbiteral foi em Poço das Antas (RS), em  janeiro de 1977. Na mesma cidade foi ordenado bispo, em setembro de 2007.
Dom Alberto Dilli cursou Filosofia na Faculdade Nossa Senhora da Conceição, em Viamão (RS), e Teologia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Possui mestrado em Liturgia, pelo Pontifício Instituto Litúrgico Santo Anselmo, em Roma. Atualmente, é membro da Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos (Cetel).
Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena é natural de Jardim do Seridó (RN). Sua ordenação presbiteral foi  julho de 1991, em Caicó (RN), mesmo local onde foi ordenado bispo em agosto de 2008.
Formado em Filosofia e Teologia pelo Seminário Arquidiocesano de São José (RJ), dom Lucena tem especialização em Linguística e Ensino da Língua Materna pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
No regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Francisco foi moderador do Tribunal Eclesiástico, coordenador da Equipe Permanente de Campanhas, membro do Conselho Econômico do Conselho Episcopal, bispo referencial da Cáritas, secretário regional. Foi também membro efetivo da Comissão dos Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância da CNBB.

Fonte: CNBB

http://www.cnbb.org.br/

Nomeação do Bispo de Nazaré (Brasil)

O Santo Padre Francis nomeado Bispo da Diocese de Nazaré (Brasil) Dom. Francisco de Assis Dantas de Lucena, transferindo-o da Diocese de Guarabira.
Mons. Francisco de Assis Dantas de Lucena

Mons. Francisco de Assis Dantas de Lucena nasceu em 19 de outubro de 1963 em Jardim do Seridó, Diocese de Caicó, no estado do Rio Grande do Norte.
Ele completou seus estudos de filosofia na Faculdade de Filosofia "João Paulo II" da Arquidiocese do Rio de Janeiro e os de Teologia na Pontifícia Universidade Católica, na mesma cidade. Frequentou o Curso de Humanidades Universidade Federal do Rio Grande do Norte e obteve o Mestrado em Direito Canônico no Instituto Superior de Direito Canónico, no Rio de Janeiro.Além disso, ele seguiu o curso para formadores de seminários no Pontifício Ateneu "Regina Apostolorum" , em Roma.
Ordenado sacerdote em 21 de julho de 1991 para a Diocese de Caicó, não tem ministrado como se segue: Administrador Paroquial; pastor; Secretário e Presidente do Departamento de Ação Social Diocesano; tesoureiro diocesano; Moderador da Cúria; Reitor do Seminário Maior "Santo Cura de Ars" ; Professor da Faculdade de Teologia "Cardeal Eugênio Sales" ; Director Diocesano; Juiz Auditor; Pro-Vigário Geral; Membro do Colégio de Consultores e do Conselho Presbiteral.
Em 28 de maio de 2008, ele foi nomeado Bispo de Guarabira e recebeu a ordenação episcopal no dia 17 de agosto.
Actualmente é Secretário da Regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
‪#‎BemVindo‬
‪#‎DomLucena‬

Foto de Paróquia Catedral Imaculada Conceição.

  
Fonte:https://luiscorreaoreporterquechegaprimeiro.blogspot.com.br/

terça-feira, 5 de julho de 2016

CCM promove Formação Missionária para Seminaristas e Presbíteros

Evento acontece de 3 a 9 de julho 
O Centro Cultural Missionário de Brasília (CCM) e as Pontifícias Obras Missionárias (POM) promovem, de 3 a 9 de julho, a oitava edição da Formação Missionária para Seminaristas e Presbíteros (Formise) Nacional. O evento tem como objetivos aprimorar o estudo da teologia e da espiritualidade da missão, fortalecer a consciência missionária dos participantes e orientá-los a uma prática evangelizadora sempre mais próxima.
A iniciativa é um estímulo para que aconteça uma formação missionária mais aprofundada nos seminários do Brasil. Neste sentido, todos os seminários foram convidados a enviar seus representantes para participar do evento. 
“Almejamos que os futuros presbíteros sejam sempre mais capacitados a animar as comunidades a eles confiadas com autêntico espírito missionário”, diz a equipe organizadora.
Para outras informações, acesse o site do CCM.
Missionários estrangeiros que atuam no Brasil
Durante os dias 27 de junho a 1 de julho, o CCM também promoveu, pela primeira vez, a Semana de Formação Missionária Inter Gentes para missionários (as) estrangeiros (as) que atuam no Brasil. O evento teve como objetivo refletir e aprofundar sobre  a missão vivida na inserção e na interação junto ao povo brasileiro.
“Os missionários estrangeiros são irmãos e irmãs que deixaram sua terra, sua casa, sua família, para unir-se à caminhada da Igreja no Brasil prestando seus serviços nas mais variadas frentes. O processo de inserção na vida do povo e da Igreja de outro contexto sociocultural é algo tremendo e fascinante. Neste contexto, o anúncio da Boa Nova acontece não de mão única, mas na reciprocidade, num "dar e receber" que necessita ser reconhecido, valorizado, aprofundado, incentivado”, explicou a equipe organizadora.

Com informações do CCM

Fonte: Escrito por CNBB


sábado, 18 de junho de 2016

CONVITE ESPECIAL


TODOS OS DOMINGOS A PARTIR DAS 06 DA AMANHÃ
NA RÁDIO 98 FM ALTERNATIVA DA AMUNAM
PROGRAMA DE DEUS COM A FAMÍLIA 
COM LOUVORES ORAÇÃO E PALAVRA DO SENHOR
SINTONIZE TAMBÉM NO APLICATIVO DO CELULAR
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.amunamor

sábado, 14 de maio de 2016

SOLENIDADE DE PENTECOSTES






1ª Leitura: At 2,1-11
Sl 103 (104)
2ª Leitura: 1Cor 12,3b-7.12-13
Evangelho: Jo 20,19-23


“O Espírito do Senhor o universo todo encheu: Vinde todos, adoremos! Aleluia.”

Hoje, o Espírito do Senhor é derramado sobre nós a fim de levar à plenitude os mistérios pascais. Cinquenta dias após a Ressurreição do Senhor, nós nos reunimos em nossas Igrejas, no dia intitulado Dia do Senhor, e é o mesmo Espírito Santo que nos reúne; Ele nos congrega para que possamos experimentar de maneira nova o seu derramamento em nossos corações.

Fazemos hoje na Igreja a mesma experiência dos apóstolos no cenáculo no dia de Pentecostes. Experimentamos também a mesma graça que os discípulos obtiveram no trecho do evangelho que a liturgia nos apresenta.

Na assembleia eucarística, o Cristo Ressuscitado está presente, na força do seu Espírito, nos comunicando o grande dom que a sua Páscoa nos trouxe, o dom da paz. Sim, o dom da paz, porque pelo mistério da sua Páscoa Ele fez do que era dividido uma unidade, como nos diz a Escritura, realizando a paz pela sua cruz.

O Espírito do Senhor leva à plenitude os mistérios pascais porque Ele realiza o desejo de Cristo de estar sempre presente na sua Igreja. De fato, o Cristo foi para junto do Pai, mas pela potência do seu Espírito Ele está sempre presente na Igreja. É o seu Espírito que realiza a santificação da Igreja; é Ele que nos faz conhecer o verdadeiro Deus; é Ele, enfim, que nos reúne como Igreja do Senhor.

Que o Espírito do Senhor nos santifica nós afirmamos quando dissemos o nosso “Amém” à coleta do início desta Eucaristia. No início da nossa celebração o sacerdote rezava “Ó Deus que, pelo mistério da festa de hoje, santificais a vossa Igreja inteira, em todos os povos e nações, derramai por toda a extensão do mundo os dons do Espírito Santo, e realizai agora no coração dos fiéis as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho.”

Esta oração é um reconhecimento e uma súplica. Uma súplica para que os milagres do início da pregação apostólica se realizem hoje no coração dos fiéis e um reconhecimento de que é o Espírito quem santifica a Igreja. O Espírito do Senhor santifica a Igreja porque Ele dá aos fiéis a consciência de serem um povo santificado, ou seja, um povo separado para Deus, um povo reconciliado e purificado por Cristo.

O Evangelho que hoje ouvimos nos apresenta o Cristo que depois de comunicar o dom da sua Páscoa, ou seja, a paz, sopra sobre os apóstolos. O Cristo repete o gesto do Pai Criador no Gênesis. O Pai soprou nas narinas de Adão e ele se tornou um “ser vivente”. Agora é o Cristo quem sopra sobre os apóstolos dando-lhes uma nova vida, a vida do Espírito, e ordenando-lhes que continuem a sua missão de reconciliar os homens com o Pai tornando-os uma nação santa, um povo separado para Deus: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos.” É quase um eco do salmo que cantamos “Enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais.” De fato, o Sopro de Cristo, o Espírito Santo, realiza a purificação dos fiéis e a sua santificação a fim de que sejam um povo separado para Deus.

O Espírito do Senhor nos faz conhecer o verdadeiro Deus. No prefácio da Missa de hoje, que é intitulado “O Mistério de Pentecostes” o sacerdote rezará “Desde o nascimento da Igreja, é ele quem dá a todos os povos o conhecimento do verdadeiro Deus.”

A respeito dessa missão do Espírito de nos revelar quem é o Deus verdadeiro e de nos dar a conhecer os seus mistérios também nos fala Santo Hilário, bispo do Século IV, no seu Tratado Sobre a Trindade: “Por conseguinte, já que a nossa fraqueza não nos permite compreender nem o Pai nem O Filho, o Dom que é o Espírito Santo estabelece um certo contato entre nós e Deus, para iluminar a nossa fé nas dificuldades relativas à encarnação de Deus. Assim, o Espírito Santo é recebido para nos tornar capazes de compreender. Como o corpo natural do homem permaneceria inativo se lhe faltassem os estímulos necessários para as suas funções – os olhos, se não há luz ou não é dia, nada podem fazer; os ouvidos, caso não haja vozes ou sons, não cumprem seu ofício; o olfato, se não sente nenhum odor, para nada serve; não porque percam a sua capacidade natural por falta de estímulo para agir – assim é a alma humana: se não recebe pela fé o Dom que é o Espírito, tem certamente uma natureza capaz de conhecer a Deus, mas falta-lhe a luz para chegar a esse conhecimento”.

Jesus já afirmava isso quando dizia que muitas coisas Ele ainda tinha a dizer, mas que os discípulos ainda não podiam compreendê-las (cf. Jo 16,12). O Senhor ainda afirmou que o Espírito Santo, o outro Paráclito, é que deveria “recordar” e “ensinar” aos discípulos todas as coisas (cf. Jo 14,26).

É o Espírito do Senhor também que nos reúne e faz de todos um povo reunido na unidade do Pai, do Filho e do Espírito. A respeito disso também rezamos no prefácio da Missa de hoje “Desde o nascimento da Igreja, é ele quem dá a todos os povos o conhecimento do verdadeiro Deus; e une, numa só fé, a diversidade das raças e línguas.” A primeira leitura que hoje ouvimos nos mostra como no dia de Pentecostes o Espírito do Senhor derramado no coração dos fiéis realizou de maneira ímpar essa unidade de diversas raças, povos e línguas. Esse texto de At 2,1-11 é melhor compreendido quando associado ao texto de Gn 11,1-9. Em Gênesis 11,1-9 temos o relato da torre de Babel.

O autor apresenta este episódio como um ponto alto do orgulho dos homens. Os homens querem fazer uma alta torre e chegar com ela ao céu. Querem fazer “um nome” para si, querem uma autonomia, em outras palavras poderíamos dizer que querem viver sem depender de Deus.

O autor sagrado diz que Deus então confundiu sua linguagem de forma que eles não mais podiam se entender e, assim, dispersaram-se pela terra. A soberba dá origem à divisão. Quando o homem busca uma glória para si fora de Deus só o que ele encontra é a divisão, interior e exterior.

O Espírito – que nos manifesta a glória de Deus e que é, segundo Santo Hilário, o verdadeiro “esplendor das nossas almas”, a verdadeira glória, poderíamos dizer, que Deus tem para nós – reúne o que antes estava disperso. É assim que estando reunidos em Jerusalém homens e mulheres de todas as partes do mundo conhecido, povos de diversas línguas e nações, todos eram capazes de entender em seu próprio idioma a linguagem nova que o Senhor dava a seus apóstolos por meio do Espírito, que havia sido derramado em seus corações.

Também o Senhor nos fala hoje pela boca do Apóstolo Paulo na primeira carta aos Coríntios, uma carta dirigida a uma comunidade ricamente ornada pelos dons do Espírito Santo, mas que precisava tomar consciência de que o grande dom do Espírito é fazer de nós que somos tão diferentes um só povo reunido em Cristo. É assim que hoje nos diz o apóstolo “De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito.”

Este mistério da unidade realizada pelo Espírito do Senhor nos é expressa por estas belas palavras de Santo Irineu, no seu Tratado contra as heresias: “Assim como a farinha seca não pode, sem água, tornar-se uma só massa nem um só pão, nós também, que somos muitos, não poderíamos transformar-nos num só corpo, em Cristo Jesus, sem a água que vem do céu.” O Espírito do Senhor é a Água Viva derramada do céu para fazer de nós, farinha seca e dispersa, uma massa nova, um puro pão de Cristo, uma hóstia agradável ao Pai, uma Eucaristia Viva. De fato, em cada oração eucarística nós pedimos esse dom da unidade que deve ser um sinal para o mundo. Sempre há uma epiclese sobre o povo para que se torne cada vez mais verdadeiramente o Corpo Místico de Cristo.

Peçamos com fervor que venha sobre nós o Espírito Santo. Ele vem para que tenhamos um “Defensor onde temos também um acusador”, como nos diz Santo Irineu. Deixemos que Ele habite em nós a fim de que produzamos os seus frutos. Temos “necessidade deste orvalho da graça de Deus para darmos fruto e não sermos lançados no fogo” .


Podemos concluir com as palavras de Santo Hilário: “Este Dom de Cristo está inteiramente à disposição de todos e encontra-se em toda parte; mas é dado na medida do desejo e dos méritos de cada um. Ele está conosco até o fim do mundo; ele é o consolador no tempo da nossa espera; ele, pela atividade dos seus dons, é o penhor da nossa esperança futura; ele é a luz do nosso espírito; ele é o esplendor das nossas almas.”

FONTE:http://arqrio.org/

CONVITE ESPECIAL



TODOS OS DOMINGOS DAS 06 AS 07 DA MANHÃ ESTAMOS JUNTOS NO PROGRAMA DE DEUS COM A FAMÍLIA, COM ORAÇÃO LOUVOR E A PALAVRA DO SENHOR NA RÁDIO 98 FM ALTERNATIVA DA AMUNAM ACOMPANHE TAMBÉM PELO CELULAR NO APLICATIVO https://play.google.com/store/apps/details?id=com.amunamor

ESTÁ DESAPARECIDO JOVEM DE TRACUNHAÉM

                                                                            ATENÇÃO
 A diocese de Nazaré da Mata- PE,  pede encarecidamente a todos, se alguém souber ou viu esse rapaz da foto, dê alguma notícia desse nosso jovem(Neto), ele é da Paroquia de Santo Antonio em Tracunhaém - PE por favor, entrem em  contato com a Paroquia de Tracunhaém ou com a  Diocese!!!! Que Deus abençoe a todos!!!!! 

FONTE: DIOCESE DE NAZARÉ DA MATA-PE

sexta-feira, 13 de maio de 2016

DIOCESE DE NAZARÉ DA MATA PROMOVE III EXPERIÊNCIA MISSIONÁRIA DIOCESANA



ATENÇÃO! URGENTE!

Até o dia 31 deste mês de maio, inscrição aberta para a III EXPERIÊNCIA MISSIONÁRIA DIOCESANA. Procure o seu padre ou seminarista que que desempenha pastoral na sua paróquia e obtenha a ficha de inscrição.

Agradece a Diocese de Nazaré, na pessoa do Pe. Antônio Inácio - Vigário Geral

ARTE DO CARTAZ: Olímpio Júnior - Paróquia São José (Carpina)


FONTE: Paróquia Catedral Imaculada Conceição

             https://www.facebook.com/Par%C3%B3quia-Catedral-Imaculada-Concei%C3%A7%C3%A3o-1563479653882341/

quarta-feira, 4 de maio de 2016

OUÇAM O PROGRAMA DE DEUS








TODOS OS DOMINGO DAS 06 AS 07 DA MANHÃ
PROGRAMA DE DEUS COM A FAMÍLIA,
 COM ORAÇÃO, LOUVOR E A PALAVRA DO SENHOR.
NO RÁDIO 98 FM ALTERNATIVA DA AMUNAM
NO CELULAR NO APLICATIVO https://play.google.com/store/apps/details?id=com.amunamor

Papa confia as intenções de oração para maio de 2016





Intenção de oração para o mês de maio é dedicada às mulheres
Na intenção universal de oração para o mês de maio divulgada na terça-feira, 03, o papa Francisco reza para que as mulheres sejam respeitadas.
No vídeo que mensalmente apresenta esta intenção, o papa questiona: “É inegável a contribuição da mulher em todas as áreas do agir humano, a começar pela família. Mas reconhecê-la... É suficiente? Temos feito muito pouco pelas mulheres que se encontram em situações muito duras, desprezadas, marginalizadas e até reduzidas à escravidão. Devemos condenar a violência sexual que as mulheres sofrem e eliminar os obstáculos que impedem a sua inserção plena na vida social, política e econômical”.
Ao finalizar o texto sugerido ao Apostolado de Oração, o papa faz um apelo e pede “para que, em todos os países, as mulheres sejam honradas e respeitadas, e seja valorizada a sua imprescindível contribuição social”.

Evangelização

Já a intenção pela evangelização é dedicada ao terço: “Para que se difunda nas famílias, comunidades e grupos a prática de rezar o santo Rosário pela evangelização e pela paz”.
FONTE: PUBLICADO PELA CNBB
 Escrito por
Categoria:Internacional


Assista ao vídeo do papa.

Com informações e foto da Rádio Vaticano




domingo, 17 de janeiro de 2016

a igreja católica medita hoje
2016

2º Domingo Comum - 17/01/2016

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Primeira Leitura (Is 62,1-5)
Leitura do Livro do Profeta Isaías:
1Por amor de Sião não me calarei, por amor de Jerusalém não descansarei, enquanto não surgir nela, como um luzeiro, a justiça e não se acender nela, como uma tocha, a salvação.
2As nações verão a tua justiça, todos os reis verão a tua glória; serás chamada com um nome novo, que a boca do Senhor há de designar. 3E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, um diadema real nas mãos de teu Deus.
4Não mais te chamarão Abandonada, e tua terra não mais será chamada Deserta; teu nome será Minha Predileta e tua terra será a Bem-Casada, pois o Senhor agradou-se de ti e tua terra será desposada.
5Assim como o jovem desposa a donzela, assim teus filhos te desposam; e como a noiva é a alegria do noivo, assim também tu és a alegria de teu Deus.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Responsório (Sl 95)
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo,/ manifestai os seus prodígios entre os povos!
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo,/ manifestai os seus prodígios entre os povos!

— Cantai ao Senhor Deus um canto novo,/ cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira!/ Cantai e bendizei seu santo nome!
— Dia após dia anunciai sua salvação,/ manifestai a sua glória entre as nações,/ e entre os povos do universo seus prodígios!
— Ó família das nações, dai ao Senhor,/ ó nações, dai ao Senhor poder e glória,/ dai-lhe a glória que é devida ao seu nome!/ Oferecei um sacrifício nos seus átrios.
— Adorai-o no esplendor da santidade,/ terra inteira, estremecei diante dele!/ Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!”/ pois os povos ele julga com justiça.
Segunda Leitura (1Cor 12,4-11)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:
Irmãos: 4Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito.
5Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor.
6Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos.
7A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum.
8A um é dada pelo Espírito a palavra da sabedoria. A outro, a palavra da ciência segundo o mesmo Espírito. 9A outro, a fé no mesmo Espírito. A outro, o dom de curas no mesmo Espírito. 10A outro, o poder de fazer milagres. A outro, profecia. A outro, discernimento de espíritos. A outro, falar línguas estranhas. A outro, interpretação de línguas.
11Todas estas coisas as realiza um e o mesmo Espírito, que distribui a cada um conforme quer.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Anúncio do Evangelho (Jo 2,1-11)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. 2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. 4Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”.
5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”.
6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros.
7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram.
9O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água.
10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho bom até agora!”
11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.

FONTE:http://liturgia.cancaonova.com/